O 1° Secretário, Jorge Luís Mendes e o Diretor de Patrimônio, Augusto Papa Machado estiveram dentro da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) conversando com os trabalhadores da MS Pinto Engenharia CNPJ: 04.239.179/0001-95 e Referência Engenharia Comércio e Equipamentos Eirele CNPJ: 19.087.611.0001-47 que estão construindo dentro da Universidade.

 

Os trabalhadores da MS Pinto Engenharia, alegam que ainda não receberam a 2° parcela do 13° salário, que já deveria ter sido paga desde o dia 20 de dezembro. Eles também alegam que a 1° parcela também saiu com atraso.

 

O Sindconstrucivil-MA conversou com o encarregado da obra, que alegou que este pagamento estaria sendo realizado  entre os dias 29 e  30 de dezembro. É o que o Sindicato e os trabalhadores esperam, caso contrário, esta empresa terá que responder judicialmente, via Ministério do Trabalho e Emprego.

 

Já os trabalhadores da empresa Referência Engenharia Comércio e Equipamentos Eirele (que está construindo os prédios para os cursos de Matemática e Física da UEMA e iniciou a obra há cerca de 1 mês) alegam que a empresa recolheu os documentos deles, mas, não assinou ainda as Carteiras de Trabalho e Previdência Social - CTPS.

Além disso, foram constatadas as seguintes irregularidades no canteiro: não possui banheiros; não possui refeitórios; os trabalhadores não têm fardamentos e Equipamentos de Proteção Individual adequados; não recebem vale-transporte e a empresa não fornece refeições, apenas um vale refeição de R$ 200 que é insuficiente para suprir a alimentação dentro de um mês.

 

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e Construção Pesada de São Luís e mais 39 municípios do Maranhão (Sindconstrucivil-MA) notificou a empresa Referência Engenharia Comércio e Equipamentos Eirele listando todas as irregularidades e dando um prazo de 10 dias úteis para corrigir os problemas.

Segundo o encarregado da Referência Engenharia Comércio e Equipamentos Eirele, Fernando, os banheiros seriam providenciados ainda no dia 29. Se não corrigir os problemas a empresa será denunciada ao Ministério do Trabalho e Emprego.

 

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