Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de São Luís – MA

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SINDCONSTRUCIVIL retorna à Reserva do Itapiracó onde opera a Empresa Gomes Sodré

 

O SINDCONSTRUCIVIL foi novamente a Reserva do Itapiracó conversar com os trabalhadores da Gomes Sodré. O Sindicato foi verificar a entrega das Carteiras de Trabalho aos operários. No entanto, foi confirmado o contrário, a grande maioria dos trabalhadores não estava com a Carteira assinada.

 

Na primeira visita ainda este mês foram encontrados 24 trabalhadores sem Carteiras Assinadas e a Empresa foi notificada para devolução das Carteiras Assinadas e demais cumprimentos das condições necessárias ao bem estar dos operários:

 

*Melhorar os EPI

 

*Fornecer 2 fardas no mínimo, principalmente no período chuvoso

 

*Colocar refeitórios próximos a todos os trabalhadores. Foi identificado apenas um refeitório bem distante da maioria dos operários. O ideal seria providenciar uma tenda para improvisar um refeitório digno aos operários que comem pelas calçadas.

*Colocar mais banheiros químicos. Pois vou identificado apenas 1 e bem distante da maioria dos operários.

 

A sugestão do Presidente do Sindicato, Humberto França Mendes, é que a Empresa Gomes Sodré assista melhor seus trabalhadores em toda a extensão da reserva. Pois são dezenas que fazem diversos trabalhos como: calçamento e limpeza.

 

Todos os trabalhadores estão enquadrados como sendo da Construção Civil, mesmo os que estão fazendo a limpeza da reserva. Aqueles que operam com roçadeiras, para o Presidente do Sindicato, são considerados Meio-Oficial e deverão receber 15% de adicional de periculosidade por trabalharem com uma máquina perigosa.

 

Apesar da grande predominância dos Trabalhadores operarem na parte de construção, como carpinteiros, pedreiros e encanadores. Todos os trabalhadores, ainda que da limpeza da reserva, são assistidos pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e não pelo o Sindicato de Asseio e Conservação.

 

O que foi identificado pelo SINDCONSTRUCIVIL foi a irregularidade da empresa Gomes Sodré não contabilizar as HE Horas Extras dos operários nos contracheques. Para o Presidente do Sindicato, esta conduta que prejudica vários direitos dos operários.

 

O Sindicato deseja trabalhar em parceria com as empresas e não puni-las. No entanto, jamais será aceito que os companheiros tenham seus direitos privados. Caso a Empresa Gomes Sodré se recuse a atender as necessidades dos operários, será encaminhado um ofício para o Ministério do Trabalho e o Sindicato Patronal que a Empresa faz parte e até para demais órgãos competentes. O Sindicato não deseja isto. O Sindicato quer parceria. Mas nunca vai admitir o retrocesso dos direitos trabalhistas.

 

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