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Saúde mobiliza população para o combate ao Aedes aegypti

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O Ministério da saúde convoca a população brasileira a continuar com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito.

 

As sextas–feira têm sido escolhidas como Dia Nacional de Combate ao Aedes aegypti. “O enfrentamento ao mosquito é prioridade do Governo Federal” explicou o  ministro da Saúde, Ricardo Barros. “A definição da sexta-feira como um dia nacional para uma grande mobilização, demonstra o nosso empenho e preocupação no combate ao Aedes para que possamos evitar todas as doenças causadas por ele”, explica o ministro.

 

Em todo o país, o Governo Federal, em parceria com os estados e os municípios, realiza uma série de ações para conscientizar sobre importância de eliminar os focos do mosquito, especialmente no verão, período mais favorável à proliferação do mosquito. As ações integradas e simultâneas, em todo o país, mobilizam prefeituras, governos estaduais e população. São previstas distribuição de material educativo, visitas domiciliares, mutirões de limpeza realizados pelos agentes de saúde, exposições educativas em escolas, entre outras ações voltadas para a comunidade local.

 

CASOS

As três doenças transmitidas pelo Aedes agypti tiveram redução significativa. Até 3 de fevereiro, foram notificados 22.586 casos prováveis de dengue em todo o país, uma queda de 39% em relação ao mesmo período 2017 de (31.553). Com relação ao número de óbitos, também houve redução, passando de 20 mortes no ano passado para nenhum nesse período. Em relação à febre chikungunya, foram registrados 4.844 casos neste ano, queda de 55% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 10.630 casos. A redução do zika foi de 89%, passando de 2.981 registros para 330 em 2017. Em relação às gestantes, foram registrados 93 casos prováveis, sendo nove confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

 

Fonte: Suacidade.com

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