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Praias de São Luis necessitam de mais duas estações de tratamento de esgoto para despoluição

A capital maranhense precisa de mais duas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) para tentar solucionar o problema das praias impróprias para banho, essa decisão foi dita na tarde desta segunda-feira (28/07) em reunião no Hotel Brisa Mar, com a Caema e outros órgãos relacionados ao turismo de São Luís.

 

Quase todas as praias da Ilha de São Luís encontram-se sem balneabilidade devido a grande quantidade de resíduos lançados ao mar in natura, sem o devido tratamento pela Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), e também porque boa parte dos condomínios construídos na Ilha de São Luís não possui ETE.

 

Segundo o presidente da Comissão de Infraestrutura do Grupo Turismo Participativo, Antônio Noberto, a Caema está disposta a atender aos pedidos feito quanto a limpeza das praias.

 

“A boa vontade da Caema junto a todos os outros órgãos nos dá grande esperança de melhorar a balneabilidade de São Luís. Nós sabemos que precisa-se de duas ETEs para melhorar e sabemos que será um processo de curto, médio e longo prazo”, disse Noberto.

 

Ainda segundo Antonio Noberto, foi dito na reunião que a Caema aguarda uma verba que ainda não foi liberada pela Caixa Econômica Federal para custear as ETEs.

 

Alguns empresários que estavam na reunião ainda reclamaram das placas que indicam as praias impróprias para banho. Eles alegam que estas placas acabam afastando ainda mais os turistas, mesmo as praias que já estão consideradas próprias para banho.

 

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais divulga, semanalmente, na página principal do seu sítio institucional (www.sema.ma.gov.br) as condições de balneabilidade das praias de parte da Região Metropolitana de São Luís, resultante dos laudos laboratoriais emitidos pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN/MA).

 

O problema de praias impróprias para banho afeta não só a saúde e a estima dos maranhenses, mas também a economia local em razão da diminuição do número de visitantes e turistas nas praias da grande São Luís, o que acarreta em desemprego no setor e consequente redução de renda.

Fonte:Imparcial.com

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