Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de São Luís – MA

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Chuvas causam transtornos em São Luis

 

A forte chuva que caiu no início da tarde de ontem, na capital maranhense, causou transtornos a motoristas e moradores principalmente de áreas da periferia. Em alguns locais, os imóveis foram invadidos pelas águas e, em outros, o fluxo de veículos permaneceu lento. Segundo o Núcleo de Meteorologia da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), apesar do volume intenso, a média pluviométrica do mês ainda está abaixo da expectativa para o período.

 

Em determinados trechos, foram registrados raios e trovões o que deixou a população em alerta. Quanto a alagamentos, na Rua dos Marajás, Centro, pelo menos três veículos ficaram quase todo submersos, por causa do grande volume de chuvas e a falta de escoamento na via. Até o fechamento desta página, os veículos permaneciam inundados. Na MA-202, que dá acesso à Maioba, os dois sentidos da via ficaram lentos com o alagamento da via por causa da elevação dos níveis do Rio Paciência. Até o fim da tarde de ontem, apesar dos transtornos, nenhum acidente havia sido registrado no trecho.

 

Na Avenida Magalhães de Almeida, nas proximidades do Mercado Central, um dos pontos de alagamentos mais conhecidos na Grande Ilha, mais uma vez, foi tomado pela água. Vários estabelecimentos foram invadidos pela força da água. Em determinados trechos, veículos passavam com dificuldade. Em outros, os pedestres (alguns com sacos de plástico amarrados nos pés) lutavam para transitar no trecho.

 

Na Fonte do Bispo (atrás do Fórum Eleitoral), O Estado flagrou um motociclista, que não quis ser identificado, tentando passar no trecho alagado com sua motocicleta. Na Avenida Mário Meirelles, que dá acesso à Lagoa da Jansen e adjacências, em vários pontos, houve acúmulo de água. Em determinados trechos, os motoristas eram obrigados a ligar os faróis dos veículos e reduzir, de forma abrupta, a velocidade, com o objetivo de evitar acidentes. Na Rua dos Maçaricos – Ponta do Farol -, um restaurante ficou isolado, já que a água se acumulou na entrada do estabelecimento, impedindo a entrada e saída das pessoas.

 

Prejuízos – Em determinados trechos da capital maranhense, diversos conjuntos semafóricos também apresentaram problemas. Nos trechos onde há cruzamentos, os motoristas tiveram de redobrar a atenção para passar pelo local e, dessa forma, evitar acidentes. Na Rua Raimundo Correia, no Monte Castelo, a situação foi mais grave. Várias casas foram invadidas pela água, danificando móveis e eletrodomésticos. Em estabelecimentos comerciais os proprietários tiveram prejuízos com perda de mercadorias.

 

Segundo os próprios moradores da região, os alagamentos são comuns no trecho, por causa da falta de escoamento da via e falta de conscientização de algumas pessoas, que acumulam lixo, o que, em consequência, entope as galerias. Na Avenida Jerônimo de Albuquerque, em frente ao Terminal da Cohab, os veículos também reduziram a velocidade dos veículos, com o grande acúmulo de água no trecho.

 

Já na Vila Riod, próximo ao Residencial Tiradentes, parte do asfalto da rua cedeu durante a chuva. Já na Avenida dos Africanos, nas proximidades do bairro Parque Timbira e do bairro Coroadinho, a via ficou parcialmente alagada.

 

No Hospital da Criança, na Alemanha, a água invadiu corredores e salas. Em nota a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou que o Hospital da Criança está passando por um processo de ampliação e, segundo a Construtora Gomes Sodré, responsável pela obra, o alagamento foi provocado pela sobrecarga na tubulação, que é antiga e subdimensionada para o volume de chuvas da tarde de hoje. Para resolver o problema, já está sendo construída pela parte externa do prédio uma nova galeria com maior capacidade, prevista para ficar pronta em 15 dias. A Semus informou ainda que, apesar do alagamento, não houve prejuízos à assistência prestada aos pacientes.

 

Fonte:Imirante.com

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