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Setor de Nefrologia do HCM orienta sobre a prevenção e o combate à doença renal

 

Hipertensão arterial e a diabetes, quando não controladas, são duas das principais causas da insuficiência renal em todo o mundo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, juntas correspondem a, aproximadamente, 60% do total das causas de doença renal crônica, sendo que no Brasil a pressão alta é a principal causadora. Outros fatores de risco são as glomerulopatias, doenças hereditárias como a renal policística, hepatites Be C e o lúpus, entre outras.

 

Órgãos vitais para o funcionamento do corpo humano, os rins filtram o sangue 24h por dia; regulam a pressão arterial; promovem o equilíbrio da quantidade de água no organismo, do sódio (sal de cozinha), potássio, cálcio, hidrogênio e bicarbonato; eliminam as toxinas do corpo e alguns medicamentos e substâncias ingeridas, além de produzirem hormônios importantes para evitar a anemia e as doenças ósseas.

 

De acordo com o coordenador de Nefrologia do Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira (HCM), o médico Dr. Carlos Macieira, quem tem fatores de risco deve fazer exames laboratoriais para dosagem de proteína na urina e de creatinina no sangue.

 

“Quem apresenta aumento da pressão alta e não controla a diabetes, tem inchaço nas pernas, alteração dos hábitos urinários como urinar com frequência durante a noite e observar a urina com espuma deve procurar um médico e solicitar a dosagem de creatinina”, informou o nefrologista Carlos Macieira, que ressaltou ainda que, os pacientes diabéticos e hipertensos, se tratados, não terão problemas renais.

 

Ele ainda alertou que a doença renal crônica é praticamente assintomática nos estágios iniciais. “O paciente pode estar com o rim funcionando acima dos 30% e ele não vai sentir quase nada, ele só começa a sentir alguma coisa quando os rins funcionam abaixo dos 30%”, completou Carlos Macieira.

 

HCM

O Hospital de Referência Estadual de Alta Complexidade Dr. Carlos Macieira atende, mensalmente,100 pacientes renais crônicos, que passam por sessões de hemodiálise 3 vezes por semana, em sessões com duração de 4 horas. Dejaneiro a junho deste ano foram contabilizadas 7.673 sessões do tratamento, uma média de 1.280 sessões por mês.

 

Além do tratamento aos crônicos, o atendimento em nefrologia do HCM também é oferecido aos pacientes internados tanto nas enfermarias como naUnidade de Terapia Intensiva (UTI), dispondo de equipamento móvel para realizar o tratamento. E há ainda, além do acompanhamento médico, o acompanhamento multidisciplinar de enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, e demais profissionais da saúde.

 

Atualmente, já está em análise no Ministério da Saúde a ampliação no atendimento no HCM. Esse credenciamento no SUS vai aumentar em 50% o número de atendimentos, passando dos atuais 100 pacientes para 150.

 

Fonte: Suacidade.com

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